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poesia
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Topic: poesia (Read 2153 times)
0 Members and 1 Guest are viewing this topic.
angelassdinis
Gi
Engenharia Biomédica
The Special One
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Re: poesia
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Reply #15 on:
May 18, 2008, 20:41:29 PM »
Quote from: jnmamed on May 18, 2008, 03:19:33 AM
Aqui fica o meu contributo com um velho classico:
O meu nome é Dionisio
Quis faxer um poema
E fizio!!!
LOOOOOOL
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Há um sorriso que nos salva do frio.
nuno
Física
O Relativamente Espetacular
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Posts: 542
Re: poesia
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Reply #16 on:
May 18, 2008, 20:43:02 PM »
ah, e gostei do da mariana! mto bonito!
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"So they have internet on computers now...!"
Soft
Engenharia Biomédica
O Distraído
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Re: poesia
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Reply #17 on:
May 18, 2008, 20:45:13 PM »
...curiosamente aquela onde nos injectamos!
-by márcio ferreira
Querer sublimar o meu corpo para atingir sensações que jamais chegarão à plenitude da mente quando viaja...
Seres naturais apelam pela originalidade com a qual foram concebidos
Deixo-me envolver pela exclusividade desta sombra a que me protejo do Sol...
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pré-conceitos preconceituosos e precisamente desajustados
Soft
Engenharia Biomédica
O Distraído
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Posts: 64
Re: poesia
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Reply #18 on:
May 18, 2008, 20:46:41 PM »
Quote from: nuno on May 18, 2008, 20:43:02 PM
ah, e gostei do da mariana! mto bonito!
Obrigada.. Também estiveste bem
Continua...
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pré-conceitos preconceituosos e precisamente desajustados
RAz
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Rafael Jegundo
Re: poesia
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Reply #19 on:
May 18, 2008, 20:57:31 PM »
A forma como o tópico se está a desenvolver é uma agradável surpresa
Por agora deixo Fernando Pessoa (
) para motivar os nossos poetas.
Autopsicografia
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Talvez mais tarde tenham o prazer de ver algo escrito por mim
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weblog
nuno
Física
O Relativamente Espetacular
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Re: poesia
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Reply #20 on:
May 18, 2008, 20:57:43 PM »
Hoje deixei fugir um poema.
Tentei agarrá-lo mas não consegui,
e agora... que dilema!
O que vou deixar aqui?
Umas palavras soltas e ocas?
Umas frases um tanto ou quanto toscas?
Não. Depois de três perguntas,
Só mesmo uma resposta
e que seja bem composta:
poemas não é comigo,
esses, deixo-os aos meus amigos!
E que amigos são??
A MALTA DO FOTÂO!!
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"So they have internet on computers now...!"
jnmamed
Engenharia Física
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Re: poesia
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Reply #21 on:
May 18, 2008, 20:58:37 PM »
Foste tu k escreves te isso?!
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slubber
Engenharia Biomédica
O Guru
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Posts: 1249
Re: poesia
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Reply #22 on:
May 18, 2008, 20:58:58 PM »
AH GANDA NUNO
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sentes-te triste e sem classe, experimenta beber um batido de alface!
nuno
Física
O Relativamente Espetacular
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Re: poesia
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Reply #23 on:
May 18, 2008, 20:59:57 PM »
tinha que escrever uma ode a malta do fotão! ahahah
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"So they have internet on computers now...!"
RM
Engenharia Biomédica
O Guru
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http://rmartins.pt.vu/
Re: poesia
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Reply #24 on:
May 18, 2008, 21:05:44 PM »
sim senhor... parabens aos poetas
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http://rmartins.pt.vu/
jnmamed
Engenharia Física
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Re: poesia
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Reply #25 on:
May 18, 2008, 22:47:17 PM »
Este poema era recitado a um amigo meu knd o queriamos irritar
Jójó Car
v
alhinho
Que lindo nome tens tu
Tira o
V
do meiinho
e enfia o resto no cu...
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RAz
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The Special One
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Rafael Jegundo
Re: poesia
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Reply #26 on:
May 18, 2008, 22:53:18 PM »
Vamos voltar a subir o nível
Vem sentar-te comigo, Lídia
Vem sentar-te comigo Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)
Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.
Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassossegos grandes.
Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,
Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
E sempre iria ter ao mar.
Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos,
Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
Ouvindo correr o rio e vendo-o.
Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento -
Este momento em que sossegadamente não cremos em nada,
Pagãos inocentes da decadência.
Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois
Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos
Nem fomos mais do que crianças.
E se antes do que eu levares o o bolo ao barqueiro sombrio,
Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.
Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim - à beira-rio,
Pagã triste e com flores no regaço.
Ricardo Reis
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Last Edit: May 18, 2008, 23:02:04 PM by RAz
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jnmamed
Engenharia Física
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Re: poesia
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Reply #27 on:
May 18, 2008, 22:58:37 PM »
isso é ricardo reis né?
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RAz
Administrator
The Special One
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Rafael Jegundo
Re: poesia
«
Reply #28 on:
May 18, 2008, 23:01:39 PM »
Yap
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Soft
Engenharia Biomédica
O Distraído
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Posts: 64
Re: poesia
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Reply #29 on:
May 18, 2008, 23:02:46 PM »
"(...)
Por sobre lamaçais
alteia pontes
Com tuas mãos de menina.
Nessa estrada da vida
que fascina
Caminha sempre
em frente, além dos Montes!
Morde os frutos a rir.
Bebe nas fontes.
Beijas aqueles a que a sorte te destina!"
Florbela Espanca
Poema que a minha irmã gémea me dedicou e está escrito numa tela branca.
No fundo encoraja a sorrir para o amanhã.
Achei interessante e pertinente partilhá-lo aqui com os fotónicos.
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pré-conceitos preconceituosos e precisamente desajustados
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